Atualizado em 17 de maio de 2018

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200 anos de museus no Brasil

O Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) comemora, em 2018, os dois séculos de presença contínua dos museus na vida social brasileira, que têm como marco os 200 anos de criação do Museu Nacional, hoje vinculado à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Entre as ações programadas estão a realização de seminário temático sobre o tema, no Rio de Janeiro, e o lançamento de edição especial da MUSAS – Revista Brasileira de Museus e Museologia.

Criado em 6 de junho de 1818 por Dom João VI, o então Museu Real – hoje situado no antigo Palácio Imperial de São Cristóvão, na Quinta da Boa Vista – foi pensado para propagar o conhecimento e o estudo das ciências naturais em terras brasileiras.

Com acervo de mais de 20 milhões de itens, constituído principalmente por itens relacionados às áreas de Antropologia, Botânica, Entomologia, Geologia e Paleontologia, o Museu Nacional/UFRJ é a mais antiga instituição científica do Brasil voltada à pesquisa e à memória da produção do conhecimento, hoje reconhecida como centro de excelência de pesquisa em história natural e antropológica na América Latina.

A partir da criação do Museu Nacional, os museus se multiplicaram nas décadas seguintes por todo o território brasileiro, assumiram diferentes modelos, ampliaram suas áreas de atuação e marcaram a cultura brasileira de maneira decisiva. Hoje, são mais de 3,8 mil instituições.

“Ao se abrir, de forma plural, para uma diversidade de temas e perspectivas, os museus cumprem papel essencial na construção de uma sociedade que se quer cada dia mais solidária e democrática”, avalia o presidente do Ibram, Marcelo Araujo.

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